Recados

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Sentindo uma imensa saudade!!

Hoje meu amor, me deu uma imensa saudade de voce, as vezes pqnas lembranças, vem em minha mente e te vejo tão próxima a mim, sei que estás, muito mais perto do que imagino(Preciso acreditar, tenho necessidade em acreditar) não se pode quebrar um sonho, então cada gesto, cada foto, cada previlégio que minha mente deixa eu te ver naquele momento é muito especial para mim, hoje são doces lembranças poderiam ter sido muitas mais, mais a minha ignorância não permitiu, e aprendi que agora é real, cada minuto não volta,se descortina em minha mente, suaves visões, estou empenhada em lembrar para sempre sua doce voz, em não esquecer que de sua boca saia uma palavra linda que jamais escutei outro ser na tera me chamar DINDINHA...Seus dedinhos, seus pezinhos tão parecidos com o de sua mãe,qdo pequena, vc tinha os olhos dela, eu acho. ah queria, queria tanta coisa, tantos sonhos, me perdoe meu anjo, hj eu peço a Deus, a minha mente,olha a última coisa que vc fez pela última vez que te vi foi na despedida da dinda, no niver da Bisa, vc me deu aquele beijo, que só vc e sua mãe dá beijo molhado no rosto da dinda, ainda está aqui guardo no meu coração......

domingo, 8 de abril de 2012

PERDI MEU FILHO!!PERDI MINHA FILHA!!!



Perdi meu filho! Perdi minha filha!

Estas são expressões lacrimosas de pais vestidos de dor, pela morte dos seus filhos.

A lógica humana pondera que os pais devam morrer antes dos filhos. Seria a ordem natural das coisas. - Comenta-se.

No entanto, a vida tem suas próprias diretrizes e não segue a lógica que se lhe tenta determinar.

Cada ser tem seu tempo certo de vida. Seu momento de partir.

Cada criatura traz, ao nascer, a programação que estabelece o quantum de anos deva transitar sobre a Terra.

Por isso, inúmeras vezes, partem antes os filhos do que seus pais.

Isso sem se falar das mortes que ocorrem por conta e risco da imprudência, dos desatinos, das inconsequências mundanas.

De toda forma, o  processo de separação pela morte é extremamente doloroso, na Terra.

Acostumados  à vestimenta carnal, grosseira, impedidos de ver o mundo invisível, que  nos cerca, choramos a ausência dos que nos disseram o grande adeus, na  aduana da morte.

Chorando e lamentando, falamos de perda. Mas, como escreveu José Saramago: Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo.

Eis  o ponto. Ninguém perde ninguém. Os filhos nos são confiados à guarda  pela Divindade. Os pais nos são oferecidos como portos de segurança.

Cada pessoa que nos conquista a afeição pode permanecer conosco um tempo mas, bem poderá ser convidada ao retorno, antes de nós.

Compete-nos,  portanto, estarmos preparados a fim de que não detenhamos as lutas  porque alguém se foi. Não nos vistamos de crepe porque a morte arrebatou  o ser amado do nosso lado.

Sobretudo não utilizemos palavras como perda, pois que o que se verifica é a ausência da presença física.

Os que partem prosseguem nutrindo por nós os mesmos sentimentos.

Se  nos amam, envolvem-nos com seus abraços espirituais de forma constante.  De onde se encontrem, trabalhando no bem, crescendo no progresso, nos  enviam suas mensagens de luz.

Aguardam-nos,  a cada noite, o desprendimento do corpo para dialogarem conosco mais  intensamente. E nos abençoam as lembranças, fazendo-nos tudo recordar  como um delicado sonho, ao despertar.

Alegram-se com nossas conquistas. Fazem-se presentes em nossas festividades e nos enxugam as lágrimas, nos dias de desolação.

Alimentam a nossa saudade com suas sutis presenças e, vez ou outra, espalham o perfume do seu amor, causando-nos doces emoções.

Incentivam-nos  nas lutas de cada dia e aguardam, paciente e amorosamente, que os anos  transcorram a fim de que se processe o reencontro.

Eles nos disseram Até logo mais, não Adeus.

Afetos ausentes. Não perdidos, nem desaparecidos.

Pensemos nisso e reformulemos nossos pensamentos e palavras.




Redação do Momento Espírita